Cursos superiores e mercado de emprego
Não venho aqui deixar uma teoria ou uma solução. Apenas porque é um problema que nos toca na pele, particularmente quando os nossos filhos têm de fazer uma escolha com reflexo na sua vida futura.
Descontadas as inevitáveis (?) condicionantes determinadas pelas médias do Ensino Secundário, qual o curso que se deve escolher?
Aquele para o qual se tem “vocação” ou maior motivação?
Aquele que “parece” ter mais probabilidades de ingresso no mercado de trabalho?
É claro que o ideal seria juntar as duas hipóteses.
Mas quem, que especialista em política ou em economia, ou que organismo público ou privado, pode dar uma indicação dessas, mesmo para um prazo de três ou cinco anos?
E será isso possível?
É que se ouve tanta gente defender o numerus clausus, pelo menos em determinados cursos, que, por vezes, ficamos com a dúvida da existência de interesses corporativos, escondidos nessa defesa…
Deixo apenas a questão.
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