Um facto inédito na história europeia: mais de 50 anos de paz!
Já começou a pré – campanha para as eleições europeias. Os debates vão começar. Não sei se o esclarecimento e, sobretudo a motivação para o assunto e para o próprio acto eleitoral serão maiores e melhores do que em actos anteriores. As previsões não são animadoras.
O que parece contrariar uma coisa que é indesmentível: o projecto da União Europeia, conforme foi sonhado e começou a ser concretizado pelos seus fundadores, habilmente iniciado pela vertente económica e passando progressivamente aos sectores sociais e culturais, com todas as dificuldades, retrocessos e impasses, continua a ser o mais bem sucedido projecto político da humanidade contemporânea.
Basta constatar que o facto de este “velho continente” estar em paz há mais de cinquenta anos acontece pela primeira vez em toda a história do mundo!
Uma razão mais do que suficiente para que cada um de nós passe a ter orgulho em afirmar: “Eu sou Europeu!”.
Quando chegará o momento em que isso possa ser uma realidade?
O que é preciso fazer para o efeito?
Na política? Na sociedade? Nas escolas?
Não seriam estas algumas perguntas a preocupar-nos mais do que certas guerrilhas que apenas constituem o reflexo de uma “partidarite” empobrecedora?!
Não seria esta uma boa oportunidade para os partidos verdadeiramente europeus darem o exemplo do que é a dignidade e o interesse cívico e superior da política?!
Nove mil visitaram Tormes em 2008

Não há dúvida de que a Fundação Eça de Queiroz constitui o foco principal de atracção de visitantes a um concelho que tem o privilégio de uma paisagem tão bem descrita e imortalizada n’ A Cidade e as Serras, entre o Marão e o Douro.
De ano para ano, o número destes visitantes tem vindo a subir constantemente, e também a diversificar em termos de proveniência e de interesses culturais e turísticos. Até os mais pequeninos ali têm um atelier de instrumentos tradicionais que os deixa encantados e entusiasmados. Mas para além dos alunos de todos os ciclos de ensino, são cada vez mais os grupos informais e de proveniência associativa que procuram este local. E também vai crescendo o número daqueles que pretendem ir ao cemitério de Santa Cruz do Douro, prestar a sua homenagem aos restos mortais do grande romancista. Por isso, na valorização urbanística do centro cívico da freguesia, a zona envolvente ao local não foi descurada.
Começa assim a ser demonstrado, para quem tivesse algumas dúvidas, que as visitas ao Campo Arqueológico da Aboboreira, ao Convento de Ancede, à Casa das Bengalas, aos festivais de gastronomia (Feira do Fumeiro e Cozido à Portuguesa e Anho Assado com Arroz do Forno), às Casas de Turismo Rural, ao Hotel Douro Palace, à Casa do Lavrador, à Oficina de Mosaico Romano da Cooperativa Fonte do Mel, e a tantos outros sítios e roteiros de interesse, têm, nesta Fundação o ponto alto do que é um potencial efectivo e diversificado para o desenvolvimento do concelho.
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